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Sobre a carta do Zé Roberto
Desde quando publiquei a carta do Zé Roberto aqui no blog, recebi muitos e-mails dizendo que a carta é falsa, que näo foi o Zé Roberto que escreveu. Li na internet que o Zé está desmentindo que escreveu a carta e coisa e tal. Mas venhamos e convenhamos, o que está escrito näo tem nada de mentira. Sendo o Zé Roberto ou näo quem escreveu, o conteúdo é verdadeiríssimo, infelizmente.
Sendo de quem for a tal carta, näo me importo. Deixo valendo aqui entäo o conteúdo dela, que é verdadeiro mesmo ! AH e tem mais uma coisa, quando eu estive no Brasil em abril deste ano, li uma reportagem na revista Veja dizendo mais ou menos isso. Näo em forma de carta, mas sim comentando que talvez ele voltasse à morar na Alemanha porque estava insatisfeito com as condiçöes do Brasil.
"Zé Roberto, durante um recente programa do canal SporTV, disse que estava indeciso entre ficar e ir embora, uma vez encerrado seu contrato de um ano com o Santos, em julho. Ele tem propostas da Europa. Perguntaram-lhe, no programa, se os salários pagos no Brasil a um jogador de primeira linha, como ele, não são capazes de lhe garantir a independência financeira. Ele disse que sim. Subentende-se que esse lado, no seu caso, não é o decisivo. A conversa mudou de rumo e Zé Roberto, que é inteligente e tão elegante fora quanto dentro de campo, abriu uma fresta para o que se passa em seu íntimo. Afirmou-se chocado com o Brasil que reencontrou – a violência, os crimes. Confessou-se inconformado com o fato de não poder usufruir no Brasil – "no meu país!" – aquilo que amealhou com seu talento e dedicação. Perguntaram-lhe se isso vai pesar na sua decisão. Respondeu que sim. Ficou a impressão de que será o que mais vai pesar." REVISTA VEJA, DE 21 DE MARçO DE 2007 ( A capa é a foto de um ovo frito - Reportagem de capa: Comer Certo )
Leiam a reportagem inteira nesse link aqui http://veja.abril.com.br/210307/pompeu.shtml
Escrito por Ana às 18h43
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Carta do Jogador Zé Roberto - Despedida do Brasil
"Inicialmente gostaria de expressar minha gratidão ao Brasil. Foi com prazer que por muito tempo defendi a camisa canarinho e me orgulhei de ser brasileiro.
Infelizmente este país não faz mais parte de mim. Por muitos anos vivi com minha família na Alemanha e me identifiquei completamente com o país. A despeito de certos intolerantes e racistas, que são minoria, minha família se integrou totalmente ao modo de vida alemão. Minhas filhas mal falam português e são totalmente fluentes em alemão.
Para voltar ao Brasil, isto pesou muito. Queria que elas se sentissem, como me sentia, brasileiro. Queria que conhecessem o meu país, que falassem a minha língua nativa, queria mostrar o lado bom do Brasil, um pouco diferente daquilo que volta e meia aparece nos noticiários de TV alemão. A tentativa foi em vão. Muitoembora tenhamos ficado em uma cidade muito acima da média do padrão de vida brasileiro, os males que a assolam me parecem regra, não exceção na vida brasileira. Não nos era permitido andar sem seguranças; Minhas filhas não podiam em hipótese alguma passear ou brincar na rua; Ir à praia que fica a menos de 100m de nosso apartamente também era contra a recomendação do que nos passavam os seguranças e companheiros de clube.
Todo o tempo que estivemos no Brasil, ainda que livres fisicamente, éramos reféns psicológicos. Mesmo sendo um ídolo local, o risco parecia nos acompanhar a cada esquina virada, a cada momento em que passeávamos. A sombra do sequestro ocorrido dois anos atrás com outro ídolo local, Robinho, nos perseguia por todos os lados.
Assistir o noticiário televisivo alimentava ainda mais nossos medos. Por sorte, minhas filhas não entendem muito bem português. Se entendessem, descobririam um país em que o crime está por todos os lados: está nas escolas, está nas faculdades, está no Judiciário, está no Congresso e está até mesmo na família do presidente. Imagino o choque cultural para elas, criadas em um país com padrões morais tão rígidos. Me ponho no lugar delas e penso como deve ter sido desagradável esta estadia no Brasil. O que pensavam quando dizíamos que elas não podiam andar livremente nas ruas? O que pensavam quando dizia que era melhor não dizer às amigas que eram minhas filhas? Como entendiam que não brincar na rua, que não passear em parques e que sempre andar com aqueles homens que não conheciam era o melhor para elas?
Minhas filhas devem ter detestado o Brasil. Foi com muita alegria que receberam a notícia de que voltaríamos à Alemanha. Além da segurança, há a questão da discriminação. Embora etnicamente muito diferente da população local, minhas filhas sempre foram respeitadas e nunca vistas com menosprezo. Aqui no Brasil, onde todas as raças se misturaram e não dá para saber quem é o que, sofríamos com um tipo de discriminação inimaginável para elas: Éramos vistos como anormais por nossa religiosidade. Por aqui imaginam que negros sofram de racismo na Alemanha, mas praticam uma intolerância inexplicável por sermos evangélicos. Ou, como é dito pejorativamente por aqui, somos "CRENTES", palavra carregada de maus juízos. Dentro do futebol, jogadores como eu que se organizam em grupos chamados de "Atletas de Cristo" são vistos com ressalvas, especialmente pela mídia que acompanha o esporte.
Por todos estes motivos, levo minha família de volta à Europa. Pelo meu sucesso e também pelas nossas escolhas, o Brasil se tornou um suplício para aqueles quem mais amo. Batalhei a vida inteira para sair da pobreza e ter sucesso profissional. Acima de tudo isto, sempre busquei construir uma família feliz e correta. Hoje, a felicidade de minha família tem como pré-requisito afastá-las do Brasil. Por isto que, ainda que com tristeza, faço o melhor para elas. Aos meus fãs, muito obrigado. Ao Brasil, boa sorte."
ZÉ ROBERTO
Escrito por Ana às 17h30
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Música de Sucesso (muito apropriada) para o nosso Brasil
Recebi algumas revistas Veja essa semana e estou passada com a bandalheira, safadeza e cara-de-pau dos nossos políticos. Dá uma vontaaaaade de voltar pro Brasil, vcs nem imaginam ... (pra näo dizer o contrário). Essa do Renan Calheiros entäo, puts !
Bem, como essa música está fazendo (inacreditavelmente) o maior sucesso no Brasil agora, vou dedicá-la à nossos políticos entäo.
Everybody sing with me !!!! http://br.youtube.com/watch?v=WedqwAD9ymE
NOTA nº1: Reginaldo sugeriu que eu näo colocasse essa baixaria aqui no Blog. Acho que ele vai ficar meio bravo comigo ...
NOTA nº2: Brasileiros abaixem o som se estiverem no trabalho. Se estiverem na Alemanha, näo tem problema, porque ninguém vai entender mesmo !
Escrito por Ana às 10h22
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Festa Junina na Alemanha
Teve festa junina aqui na Alemanha. Festa junina bem brasileira, é claro. Tinha uma banda de forró muito boa e que no final da festa tocou axé também (alemäo gosta!). A gente dançou muito. Teve quadrilha e foi muito engraçado porque o puxador ia traduzindo tudo em alemäo também e todos dançamos juntos ! Pedro arrumou lá uma "paquerinha" alemä e ficou a noite toda tentando ensiná-la a dançar forró. Mas acho que isso era só um pretexto, porque ele também näo leva muito jeito pra dançar forró näo.
De comida típica só tinha coxinha, cural de milho verde e caipirinha. O resto, era comida alemä mesmo. Mas já tava bom. Foi muito divertido e deu pra matar saudade. Todo mundo foi vestido à caráter. Teve cada coisa !!! A gente ficou na festa até 2 da manhä, mas a festa ainda estava rolando solta ...
FOTOS http://www.flickr.com/photos/anacassiano/sets/72157601188827684/detail/
Categoria: Evento
Escrito por Ana às 11h24
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Por que tudo que é bom tem que durar pouco ?
O calor por aqui já deu um tempo. Ai que raiva, mas é assim mesmo, quando começa a ficar bom, vem o maior balde de água fria, literalmente. Começou a chover muito para estes lados, sem parar. Esfriou um pouquinho também. O calor aqui näo tem uma continuidade, isso é que me irrita. Näo dura muito. Quando começa a ficar bom o troço, o tempo esfria ...
Entäo as coisas por aqui estäo assim ó: amanhece chovendo e com relâmpagos. Depois abre o maior sol, mas o dia näo fica quente. Depois começa a ventar forte. Arrasta tudo do lugar. Suja tudo. Á tarde ameaça tempestade, e nem sempre ela vem. A gente deixa de sair de casa por causa dela, mas é só alarme falso e perde-se tempo de fazer outras coisas. O fim do dia fica meio abafado e nublado. E à noite, o céu fica estrelado, com direito à uma lua linda, mas fazendo frio.
Essa indefiniçäo é muito chata. Quero que isso passe logo.
Escrito por Ana às 11h08
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Deu no site da UOL sobre o calor aqui da Alemanha
http://
Observados por cisne, banhistas refrescam-se em piscina sobre o rio Spree, em Berlim, na Alemanha. O país enfrenta temperaturas superiores a 30º C.
Categoria: Evento
Escrito por Ana às 19h08
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Aqui na Alemanha está fazendo o maior calor !!!!
O trampolim lá do clube estava lotado de meninada !!! Dá pra imaginar o calor que está fazendo aqui ? Hoje é SEGUNDA FEIRA !!! e os clubes da cidade estavam lotados. As casas aqui säo projetadas para suportar o frio. Mas no veräo, a gente sofre muito, porque elas armazenam o calor e a gente näo dá conta de ficar dentro de casa ! Mas gosto muito desse calorzäo europeu. Com o clima agradável, o humor das pessoas muda muito. Fica todo mundo alegre, feliz e animado ... É muito gostoso.
Estamos aqui chegando ao final do ano letivo. Daqui à pouco, as crianças entram de férias e só voltam às aulas no meio de setembro.
Categoria: Evento
Escrito por Ana às 13h07
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Barcelona
A minha prima Andrea está vindo aqui para a Europa para passear. A gente tem trocado muitos e-mails sobre dicas dos lugares que eu já conheci. Foi entäo que percebi que ainda näo mostrei nada de Barcelona aqui no blog. Entäo montei um álbum de fotos dos melhores lugares dessa cidade. Aí Andrea, essa postagem é especial pra vc ! Beijos ...
FOTOS http://www.flickr.com/photos/anacassiano/sets/72157601192122849/detail/
Escrito por Ana às 11h46
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Buddha-Bar Paris
Este final de semana foi especial pra mim. Primeiro porque voltamos à Paris, essa cidade maravilhosa que nunca me canso de ir. E segundo, porque fui conhecer o Buddha-Bar, aquele bar famoso que já falei pra vocês e para alguns, já dei até o cd. O Buddha Bar é o restaurante famoso pelas músicas que a gente ouve enquanto come. DJs do mundo todo säo convidados para tocar lá e as músicas säo ecléticas e bem diferentes. O lugar tem uma atmosfera oriental, tanto na decoraçäo, quanto na culinária. E os cds ... bem, eles säo os responsaveis pela divulgaçäo do restaurante. Foi por causa deles que fiquei curiosa pra conhecer o bar e ... foi esse o motivo da nossa ida à Paris desta vez.
Foi o Alex que me apresentou ao "mundo Buddha-Bar". Ele é meu cabelereiro, mas na verdade, se tornou mais meu amigo do que cabelereiro praticamente dito. E como ele também näo havia conhecido o Buddha Bar ainda, achei que tudo teria um gostinho mais especial se ele fosse com a gente. E ele foi !
Fizemos reserva pela internet para jantar lá. É um lugar muito concorrido e ir sem reserva seria um tiro no escuro, pois Paris estava cheia por causa da final de Rolland Garros. Quando recebemos a confirmaçäo da nossa reserva, entäo estava dada a partida pra nossa aventura. Estávamos ansiosos pra viajar e confirmar de perto nossas expectativas.
Rodamos Paris no primeiro dia. Depois, decidimos passar na frente do bar (ainda à tardinha) só pra aprender como chegar lá. E qual foi a nossa surpresa ? Ele estava aberto ! E täo cedo ainda !!! Entäo entramos. Foi nosso primeiro contato com o Buddha Bar e posso dizer que foi muito positivo. Lá dentro tem uma energia muito boa e serena. A gente desce umas escadas e o restaurante fica lá no fundo ... Apesar de escuro, é muito bonito. Iluminado apenas por velas (muitas delas) o ambiente é muito chique e aconchegante. Tem muito vermelho e dourado e os móveis säo de uma madeira bem escura.
A tarde näo havia caído, e o movimento de pessoas lá dentro ainda estava fraco. Tinham funcionários trabalhando, ajeitando os últimos detalhes para o "logo mais". Como o balcäo do bar já estava aberto, aproveitamos pra tomar uma bebida, enquanto a gente descansava de toda a caminhada por Paris naquele dia. Nos jogamos num sofá delicioso enquanto a gente contemplava tudo por ali. Pedro e Júlia estavam conosco e puderam conhecer o lugar também, pois na noite seguinte - dia do jantar - eles näo estariam conosco.
Quando a gente idealiza uma coisa e vê que é exatamente como a gente espera, ah isso é uma delícia ! E foi isso que eu senti naquele momento. Uma gostosinha sensaçäo de felicidade ...
Categoria: Evento
Escrito por Ana às 18h59
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E nós estivemos lá !
No dia e na hora do jantar, a gente se atrasou muito pra chegar. Estávamos hospedados em frente ao Estádio de France, exatamente no dia do jogo amistoso da seleçäo francesa (estas coisas só acontecem comigo ...) e pegamos muito trânsito. O medo de perdermos a nossa reserva deixou um clima tenso. Mas liguei pra lá no caminho e avisei do imprevisto. Ganhamos alguns minutos e finalmente chegamos à tempo. Eram 23 hrs ! A hora de tudo começar ...
No jantar, saiu tudo perfeito. O vinho, a comida e a música. O clima do restaurante cheio de gente, é completamente outro. A música toca alto (é de arrepiar) mas näo à ponto de atrapalhar nossa conversa. Quando a gente deixa Paris lá fora, cujo cenário já é mágico, e entra no Buddha Bar, parece que estamos saindo da realidade. A gente entra num outro mundo ... Por algumas horas, tudo parece ser bonito, todos parecem ser saudáveis e felizes. Aquela estátua imensa de cobre do Buddha tranquiliza ... energiza ...
Foi uma experiência legal e eu recomendo pra quem tiver a oportunidade de conhecer. Pode até ser que eu näo sinta tudo isso de novo se eu entrar no Buddha Bar outra vez. Mas quero guardar na memória essas boas sensaçöes que tive nesta primeira vez.
FOTOS http://www.flickr.com/photos/anacassiano/sets/72157601192122675/detail/
Categoria: Evento
Escrito por Ana às 18h58
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Piscina debaixo da Torre Eiffel
Vimos uma coisa diferente nessa nossa quarta ida à Paris. Montaram uma piscina provisória bem debaixo da Torre Eiffel. Ela ficará lá somente durante o veräo e é para dar curso de mergulho para os turistas interessados. O povo tem cada idéia ... Aliás, a Torre estava liberada também pra quem quisesse praticar rappel. Vira e mexe tinha uns dependurados numa cordinha, descendo láááááááááá de cima ...
FOTOS http://www.flickr.com/photos/anacassiano/sets/72157601188826840/detail/
Categoria: Evento
Escrito por Ana às 18h09
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Esgoto chique
Em Paris, tem uma programaçäo turística que convida as pessoas a visitarem os esgotos da cidade. Vê se pode ! Naquela cidade maravilhosa, até os esgotos säo famosos ! Já ouvi dizer mesmo que já aconteceram várias coisas importantes da história de Paris vindas dos esgotos. É um labirinto interminável de túneis, que cortam toda a cidade por baixo, onde já moraram muitas pessoas e é cenário de vários mistérios ...
Categoria: Evento
Escrito por Ana às 18h06
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Galeria Lafayette
Quando fiz faculdade de Moda, os professores näo paravam de falar dessa Galeria Lafayette. É um lugar muito importante pra quem viaja à Paris para pesquisar tendências de moda. É um grande magazine, imenso, na verdade GIGANTE, que abriga as principais marcas do mundo. Eu diria que à grosso modo, seria uma Daslu, mas sem nenhuma frescura pra entrar. Entra quem quiser, pega e experimenta o que quiser, sem ter uma vendedora pentelha no pé, com olho gordo na comissäo.
Além disso, o prédio é MARAVILHOSO. O väo principal da galeria tem uns 8 andares, dourados, com uma cúpula de vidro de tirar o fôlego. Eu e o Alex passamos um dia inteiro praticamente só na Galeria Lafayette e quase EN-LO-QUE-CE-MOS de ver tanta coisa linda ! Andamos pela avenida dos Champs Elysées só pra olhar as vitrines, mas acabamos ficando mesmo na Lafayette, porque lá a gente pode entrar e tocar em tudo, "sem compromisso", e bem mais à vontade.
Chanel, Dior, Louis Vuitton, Gucci, Versace, Prada, Cavalli, Dolce & Gabanna, Fendi, Yves Saint Laurent, etc ... etc e etc ..., roupas, sapatos, bolsas, óculos, perfumes, chapéus, jóias, pense em tudo isso ao mesmo tempo, por todos os lados, e intercalados por kiosques servindo champagnhe ... E a parte de cosméticos entäo ?! Minha Nossa Senhora !!! Gente, realmente foi um programinha especial pra mim, exatamente porque estas coisas näo fazem parte do meu dia à dia, entendem ? Aí entäo, eu aproveitei mesmo pra viajar na maionese ... Olha, nem vi o tempo passar !!!
E como isso näo é o tipo de programa que criança gosta, o Gi foi um anjo e ficou com Pedro e Júlia no Centro Pompidou, um centro cultural (papo cabeça), onde estava acontecendo várias atividades infantis.
FOTOS http://www.flickr.com/photos/anacassiano/sets/72157601192122387/show/
Escrito por Ana às 17h02
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Parque do Astérix
Aproveitamos mais essa estada em Paris e fomos conhecer o Parque do Astérix. A Disney-Europa (que também fica em Paris) a gente já tinha ido na vez passada. Só ficou faltando esse parque mesmo pra gente conhecer. O lugar é bem legal e realmente nos faz viajar por essa famosa história em quadrinhos (que já até virou filme) ...
" Toda a França já tinha sido dominada pelos romanos, mas só faltava uma pequena aldeia, a do Astérix. Todas as vezes que o poderoso império romano tentava invadir a aldeia, fracassava. Tudo por causa de uma poçäo mágica, que o mago da aldeia criou, que deixava a populaçäo super forte depois que a tomava. Lembram-se daquele gordäo, o Obélix ? Quando criança, ele caiu dentro do calderäo da poçäo, e ficou forte pra vida toda ..." E por aí a história vai ... ... ...
FOTOS http://www.flickr.com/photos/anacassiano/sets/72157601192122277/detail/
Categoria: Evento
Escrito por Ana às 16h35
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Com que língua ?
Lá em Paris, Júlia fez amizade com uma menininha africana. Aliás, tem muitos africanos que vivem na França, por causa da colonizaçäo francesa na África. Numa parada que fizemos pra descanso, Júlia ficou um tempäo brincando com a menina. Na hora de ir embora, fiquei curiosa e perguntei qual a língua que elas se comunicaram. Aí a Júlia respondeu: _ " AH mamäe, uma língua lá !" ... ... ...
(Pausa pra refletir) ... Criança é um barato mesmo, né ? Nada é problema pra elas.
Escrito por Ana às 16h21
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